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O SIMBOLISMO DAS VELAS UTILIZADAS NO RITO ADONHIRAMITA

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  José Maurício Lima em Seg Fev 23, 2009 3:25 am Trabalho apresentado em Loja:. O SIMBOLISMO DAS VELAS UTILIZADAS NO RITO ADONHIRAMITA Ao falarmos em vela, o nosso consciente mentaliza a sua principal função: a chama, a luminosidade que dela se origina. Mas o que é Luz, numa linguagem esotérica, ou mística ou cabalística? A luz é vista geralmente como uma metáfora para a SABEDORIA. E a CHAMA é uma mensagem de luz – símbolo universal de claridade, visão, conhecimento e Verdade. A vela produz luz, consumindo-se, nesse simbolismo está o maçom. A vela representa o princípio vital; pois o fogo e a luz são elementos indispensáveis á vida. Acesas dentro do Templo homenageiam o GADU:. Acende-se a vela com o “acendedor próprio” usando o fogo de uma fonte, cuja luz é alimentada por óleo sagrado. Não é permitido o sopro para apagar a vela, porque Deus, o GADU, quando moldou o homem, deu-lhe a vida por meio do sopro. O sopro é a vida e não a destruição. Não se...

Rito Adonhiramita

O mais antigo documento conhecido referindo-se ao mestre arquiteto do Templo sob a denominação de Adonhiram é o Cathécisme des Francs Maçons ou Le Secret des Francs Maçons (Catecismo dos Franco-Maçons ou O Segredo dos Franco-Maçons), editado em 1744 , de autoria, possivelmente, um abade, cujo nome seria Leonardo Gabanon. Em 1730 , nasceu o Théodore de Tschoudy, considerado o organizador da segunda parte da obra Recueil Précieus de la Franc-maçonnerie Adonhiramite (Compilação Preciosa da Maçonaria Adorinamita), cuja primeira edição ocorreu em 1787 . O Barão Tschoudy foi membro do parlamento de sua cidade natal, Metz , França , onde residiu de 1756 a 1765 . Maçom entusiasta e estudioso, Tschoudy utilizou seu aguçado espírito crítico para bater-se contra a proliferação desordenada dos altos graus do Rito de Heredon, do qual derivariam alguns dos ritos atuais, como o escocês, o moderno e o Adonhiramita. Inicialmente, Tschoudy se propôs a reformar os graus então existen...

VERSOS DE OURO DE PITÁGORAS

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PREPARAÇÃO Aos Deuses imortais o culto consagrado Rende; e tua fé conserva. Prestigia Dos sublimes Heróis a imárcida lembrança E a memória eteral dos supernos Espíritos. PURIFICAÇÃO Bom filho, reto irmão, terno esposo e bom pai Sê; e para amigo o amigo da virtude Escolhe, e cede sempre a seus dóceis conselhos; Segue de sua vida os trâmites serenos; Sê sincero e bondoso, e não o deixes nunca, Se possível te for; pois uma lei severa Agrilhoa o Poder junto à Necessidade. Está em tuas mãos combater e vencer Tuas loucas paixões; aprende a dominá-las. Sê sóbrio, ativo e casto; as cóleras evita. Em público, ou só, não te permitas nunca O mal; e mais que tudo a ti mesmo respeita-te. Pensa antes de falar, pensa antes de agir; Sê justo. Rememora: um poder invencível Ordena de morrer; e os bens e as honrarias, Fáceis de adquirir, são fáceis de perder. Quanto aos males fatais que o Destino acarreta, Julga-os pelo que são: suporta-os, procura, Quão possível te seja, o rigor abrandar-lhes. Os Deuses...

Loja de Mesa

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Loja de Mesa I – PREÂMBULO Loja de Mesa ou de Banquete, é a sessão ritualística em que os maçons se confraternizam em torno de uma mesa de refeições. É comumente chamada de banquete ritualístico, embora José Castellani considere que este termo é impróprio. Os Maçons têm por tradição reunirem-se muitas vezes após os trabalhos para realização de um ágape – termo que designa o repasto dos primitivos cristãos. A palavra “banquete” surgiu desse hábito, “pois ela deriva do italiano ‘banqueto’, que era o banquinho em que os primeiros cristãos sentavam-se, durante as ceias comunitárias nas catacumbas, onde se escondiam” . A dinâmica da vida atual, principalmente nos grandes centros, tem levado muitas Lojas a não realizar os ágapes ao final dos trabalhos maçônicos. Contudo, algumas Lojas têm mantido a tradição da realização anual da Loja de Mesa, tradição que vem da Maçonaria de ofício, ou operativa, e dos primeiros Maçons aceitos, da moderna Maçonaria, coloquialmente conhecida, no...

Qabalah [Cabala]

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Cabala Cabala (também Kabbalah, Qabbala, cabbala, cabbalah, kabala, kabalah, kabbala) é um sistema religioso filosófico que reivindica o discernimento da natureza divina. Q(a)B(a)L(a)H (קבלה QBLH) é uma palavra hebraica que significa recepção, que vem da raiz Qibel ("receber"). A Qabalah divide-se em quatro partes principais:    1. Qabalah prática: trata dos talismãs, rituais e cerimônias mágicas;    2. Qabalah literal: para conhecê-la, é necessário ver suas três matérias (logo abaixo);    3. Qabalah não-escrita: conhecimento oral, a tradição;    4. Qabalah dogmática: parte doutrinal da ciência, sendo que suas principais fontes são o Sepher Yetzirah, o Zohar, o Sepher Sephiroth e o Asch Metzareph. Origem Árvore da Vida A "Cabala" é uma doutrina esotérica que diz respeito a Deus e o Universo, sendo afirmado que nos chegou como uma revelação para eleger santos de um passado remoto, e preservada apenas por alguns privilegiados. Formas antigas de mist...

Salmo 133

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Salmo 133, o Salmo do Grau de Aprendiz "Oh! Quão bom e suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Aarão e desce para a orla de suas vestes. É como o orvalho de Hermon, que desce sobre os montes de Sião. Porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre". Na abertura dos trabalhos de uma loja maçônica, no grau de aprendiz, do Rito Escocês Antigo e Aceito, é lido o salmo 133, que exulta a união entre os irmãos, salmo este que também o foi da ordem dos templários, fundada na época das cruzadas, como sabemos. Este salmo demonstra a filosofia maior da Maçonaria. Nele está contida a trilogia liberdade, igualdade e fraternidade. O SALMO OU PSALMO: Do grego psalmos, de psallein é uma palavra grega com o significado de tocar um instrumento de corda, o saltério, espécie de harpa, e é também um cântico acompanhado de tal instrumento. O saltério ou psaltério do grego; de psaltein é um instrumento musica...

Dario Vellozo

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A \ R \ L \ S \ III MILÊNIO, Nº 110 – ORIENTE DE CAMBÉ –PR. TRABALHO SOBRE DARIO VELLOZO M \ M \: ONÉZIMO BURATTO. À G \ D \ G \ A \ D \ U \. A \ R \ L \ S \ III Milênio, nº 110 – Oriente de Cambé. TRABALHO SOBRE “DARIOVELLOZO”. Consta no Regimento Interno da L \ S \ III Milênio, em seu artigo 151, que “a Loja em sessão solene, comemorará em 26 de novembro o aniversário de nascimento de Dario Vellozo”. Neste ano, comemora-se 138 anos do seu nascimento. Dario Persiano de Castro Vellozo foi um grande idealista, mestre, filósofo, orador, poeta simbolista*, apóstolo da renúncia, essencialista*, historiador, maçom eminente, iniciado martinista, humanista convicto, e, talvez dos helenistas* , um dos últimos verdadeiramente pitagóricos*. Dario Vellozo nasceu no Retiro Saudoso, bairro de São Cristóvão no Rio de Janeiro, no dia 26 de novembro de 1869. Filho de Zulmira Mariana Dias de Castro e de Ciro Persiano de Almeida Vellozo, que era Oficial d...