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Maçonaria da Marca

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Grande Loja de Mestres Maçons da Marca do Grande Oriente do Brasil Por Wagner Veneziani Costa A cada um é dado um estojo de ferramentas Uma massa disforme e um livro de regras, E cada um deve fazer seu tempo fluir. Uma pedra de tropeço, ou uma pedra de degrau. (anônimo, século XVIII) Esse é apenas um pequeno resumo que escrevi, retirado das obras intituladas "O Grau da  Marca" de David Mitchell e da obra: Conte-me Mais Sobre o grau da Marca do Rev. Neville  Barker Cryer, ambas da Madras Editora, contando um pouco da História do Grau da Marca,  agora apresento a Cronologia retirada da mesma fonte... “Senhor, um homem deveria manter a sua amizade em constante reparo”.  (Dr. Samuel Johnson, 1755) O Grau da Marca tornou-se uma Ordem Independente (Regular) na Inglaterra. Podemos afirmar que o Grau da Marca é uma sequência do terceiro grau, contendo profundos  significados simbólicos e filosófic...

Jachin - Bo-az

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AS COLUNAS DO TEMPLO DE SALOMÃO Qui, 31 de Março de 2011 23:22 |  Escrito por Armando Filippi Cravo |  As Colunas do Templo de Salomão Os templos na antigüidade, eram por assim dizer edifícios cronométricos, sendo  as Colunas as partes mais importantes de tais edifícios. Entretanto as Colunas mais notáveis, principalmente para nós maçons, são aquelas que o Rei Salomão mandou construir na entrada do Templo de Jerusalém. O trabalho foi executado por Hiram Afif, filho de uma viúva da Tribo Neftali, e que a Bíblia chama Hiram, o artífice de Tiro. O antigo Testamento, em I reis, VII, 15 a 22, trata dessas duas colunas. Para facilidade de entendimento, transcrevemos a seguir o texto desses versículos, tomando  como base  o texto da  “ A Bíblia – Tradução Ecumênica, Ed Loiola, Paris –França 1989. 15  -  Modelou duas colunas de bronze; altura da primeira e era de 18 côvados, e era preciso um fio de doze  côvados para cercar...

O Poder do Agora

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O despertar da Consciência!!!

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Fotos da Instalação e Posse da ARLS Luz, Vida, Amor e Liberdade 151.

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O SIMBOLISMO DAS VELAS UTILIZADAS NO RITO ADONHIRAMITA

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  José Maurício Lima em Seg Fev 23, 2009 3:25 am Trabalho apresentado em Loja:. O SIMBOLISMO DAS VELAS UTILIZADAS NO RITO ADONHIRAMITA Ao falarmos em vela, o nosso consciente mentaliza a sua principal função: a chama, a luminosidade que dela se origina. Mas o que é Luz, numa linguagem esotérica, ou mística ou cabalística? A luz é vista geralmente como uma metáfora para a SABEDORIA. E a CHAMA é uma mensagem de luz – símbolo universal de claridade, visão, conhecimento e Verdade. A vela produz luz, consumindo-se, nesse simbolismo está o maçom. A vela representa o princípio vital; pois o fogo e a luz são elementos indispensáveis á vida. Acesas dentro do Templo homenageiam o GADU:. Acende-se a vela com o “acendedor próprio” usando o fogo de uma fonte, cuja luz é alimentada por óleo sagrado. Não é permitido o sopro para apagar a vela, porque Deus, o GADU, quando moldou o homem, deu-lhe a vida por meio do sopro. O sopro é a vida e não a destruição. Não se...

Rito Adonhiramita

O mais antigo documento conhecido referindo-se ao mestre arquiteto do Templo sob a denominação de Adonhiram é o Cathécisme des Francs Maçons ou Le Secret des Francs Maçons (Catecismo dos Franco-Maçons ou O Segredo dos Franco-Maçons), editado em 1744 , de autoria, possivelmente, um abade, cujo nome seria Leonardo Gabanon. Em 1730 , nasceu o Théodore de Tschoudy, considerado o organizador da segunda parte da obra Recueil Précieus de la Franc-maçonnerie Adonhiramite (Compilação Preciosa da Maçonaria Adorinamita), cuja primeira edição ocorreu em 1787 . O Barão Tschoudy foi membro do parlamento de sua cidade natal, Metz , França , onde residiu de 1756 a 1765 . Maçom entusiasta e estudioso, Tschoudy utilizou seu aguçado espírito crítico para bater-se contra a proliferação desordenada dos altos graus do Rito de Heredon, do qual derivariam alguns dos ritos atuais, como o escocês, o moderno e o Adonhiramita. Inicialmente, Tschoudy se propôs a reformar os graus então existen...